quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
A Virada
Vi uma vez num filme que todo truque de mágica consiste em 3 passos. O primeiro chama-se A Promessa, e é o mais fácil de ser executado. Nele, o mágico demonstra o que irá fazer e fala à platéia a existência do seu truque, sua essência. Ainda não o realiza, só coloca a platéia a par do que ele irá realizar. O segundo passo é o que dá a verdadeira mágica para o truque. Chama-se A Virada, e é o momento onde o mágico surpreende a platéia, mudando o rumo de seu truque com alguma coisa que desaparece, ou que é cortada ao meio, ou não se encontra como deveria. É o momento onde a platéia se enche de atenção e esperança, pois é o ápice da mágica e tudo aponta para a realização do truque e seu sucesso. Nesse ponto do truque todos os conceitos que a platéia tem sobre o truque são jogados por água a baixo e o "chão" de todos cai, para então vir a última parte do truque. Esta é chama de The Prestige, ou O Grande Truque. Nesse ponto o mágico surpreende a todos, finalizando o truque, fazendo aparecer o desaparecido, juntando o que foi despedaçado ao longo do truque, fazendo aparecer um novo pássaro, e enfim, tendo o sucesso esperado pela platéia e com certeza, muitos aplausos.
Talvez esse ano que se passou tenho sido parte de um truque. Talvez no começo do ano tenhamos feito promessas, planejado, sonhado e com certeza colocado nas nossas listas de desejos mais esperados. Acho que serei bem realista em falar que muitos desses sonhos, desejos e planos não foram realizados não? Toda essa primeira parte do truque, A promessa, talvez tenha ido por água a baixo durante o seu ano, ou pelo menos alguma parte dela. É nesse momento, onde o chão da platéia, todos os conhecimentos prévios dela e tudo o mais que ansiamos de truque tenha ido por água a baixo. Essa platéia somos nós, que esperamos uma coisa do ano que se passa, mas não conseguimos, ou então não sabemos como conseguir mais, e nossas forças chegam quase ao fim. Esse momento é o chamado de A Virada. Algo familiar?
No momento da virada, seja do truque, ou do ano, relembramos aquilo que se passou. Dificilmente nos anos que se passam conseguimos fazer tudo o que desejamos, e sempre lembramos de muitas coisas ruins que se passaram e vêm a nos atormentar, os nossos esqueletos do armário. A virada consiste em deixarmos para trás tudo o que acreditamos existir, e nos libertar dos nossos medos e tudo o mais que impeça a realização do truque e o prazer que iremos ter em tal realização. Esquecer do que as promessas que fizemos geraram em nós, sentimentos de aflição, anseio e turbulências passadas. Esquecer de tudo o que fomos, na virada, é essencial para o final do truque, o sucesso e realização do mesmo.
Ansiando sempre o final do truque é que devemos caminhar, mesmo que em meio a tempestades e outras coisas que deixam nossos corações apertados e sem razão de continuar. O grande truque, o prestígio, o sucesso, pode vir depois da virada com certeza. O que temos que fazer é simplesmente esperar, pacientemente, o grande mágico acabar com o truque, realizar seu ato supremo em nossa vida. É assim que espero virar meu ano, e viver minha vida, onde nos momentos de virada sempre posso me apoiar em algo maior que é eterno e duro para sempre. E ainda tendo a certeza de que a última parte do truque há de se realizar o prestígio, tudo aquilo que tinha como prometido, sonhado e desejado, no momento certo, da maneira certa. Esse sucesso porém só vira depois que eu aprender direito o que tenho como prometido, entender meus sonhos e amadurecer minhas idéias. É quando temos o descanso merecido, o verdadeiro prazer e realmente o sucesso verdadeiro, dado é claro pelo mágico realizador do truque, que não não, não somos nós.
Assim nunca poderei esquecer que todo Truque,(afinal nossa vida não passa de uma grande parte de uma maravilhosa mágica celestial e univeral, e com isso temos a garantia de uma felicidade quando nos voltamos ao qual eu chamo neste post de O Grande Mágico, ou seja, o Criador de todos nós e Senhor da minha vida). Todo Grande Truque constiste em 3 partes: A promessa, onde lançamos mão de sonhos, colocamos o que desejamos e ansiamos na mesa. A virada, onde nos surpreendemos e tudo o que acreditamos desaparece, onde amadurecemos e aprendemos o que deve ser aprendido. O Grande Truque, ou, O Prestígio, onde nos surpreendemos ainda mais quando tudo dá certo e tem um fim. Talvez nossos truques demorem para ter um fim, mas sempre serão essas 3 partes, e sempre iremos nos surpreender e aprender mais no momento que se segue, e que comemoramos com o mesmo nome todos os anos. E esse momento se chama A Virada.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Retrospectiva 2008
Esse é o nome do programa que foi transmitido semana passada pela Rede Globo, e que já é uma tradição da emissora há anos. Ao acompanhar a produção do mesmo deste ano, percebi que todos os destaques do ano tinham algo em comum - nenhum deles conseguiu tirar um sorriso do atento telespectador. Só 'desgraça'. O que poderia ser visto como mais positivo colocava o Brasil em trigésimo nono lugar com 17 medalhas de ouro, 21 de prata e 38 de bronze nas Olímpiadas Beijing 2008. Algo até mesmo 'engraçado'. As outras reportagens eram todas tristes e desastrosas. Pai e madrasta acusados de matarem uma criança. Policiais matando inocentes 'a torta e a direita'. Tragédias ambientais que deixaram muitos mortos e outros desabrigados. O genocídio cada vez mais agravante em regiões da África. Uma situação financeira mundial totalmente comprometida. Presidente de potência mundial levando sapatada de oriental indignado. Toda essa envolvente situação de desgraça e de miséria humana, como disse Veja na semana passada, "desafia o sentimento cristão e o simbolismo do Natal". Se não desafia, deveria desafiar, colocar em cheque, e fazer-nos pensar em tudo isso. Pois se isso não acontece com cristãos, com aqueles que não são cristãos, sem dúvida, acontece. Estes questionam a existência de um "Deus" criador e bom em meio a tanta desgraça e desigualdade. Os que não questionam, consideram esse "Deus" uma pessoa ou algo ruim, pois é capaz de deixar coisas ruins atingirem inocentes. Nós, cristãos, temos a resposta na ponta da língua para estes, é claro. E temos que ter mesmo, pois é nossa fé que está em cheque. O que respondemos é que nós, os homens, escolhemos pela independência de Deus, do Criador. E, a partir daí, até mesmo inocentes serão atingidos pela maldade humana. Deus nos deu a escolha, e optamos pela independência. Mas essa situação foi modificada em Cristo, pois este trouxe ao homem perdido e 'independente' uma nova conectividade com o Deus Pai, Criador. Uma nova possibilidade de relacionamente com Deus. Uma oportunidade de mudanças de pensamento, do que é ruim para o que é bom, é a fé dando frutos. Essa é a nossa explicação para os que questionam e até mesmo duvidam de Deus por causa da maldade, miséria e desgraça atuais. E isso é verdade. É nisso que acreditamos. É fé. É certeza. É real para nós, cristãos. Mas sabe por que eles se tornam cada vez mais incrédulos e frios quanto a Deus? Porque não estão vendo os cristãos que tanto falam, falam e falam, agirem em prol da humanidade, pelo bem político, social, financeiro e humanitário das pessoas deste mundo. O que eles vêem são nações cristãs preocupadas com seus bens, riquezas e enriquecimento exacerbado. Países cristãos matando seus semelhantes para conseguirem status mundial e mais poder. Não só a retrospectiva feita pela Globo, mas aquela que todos nós fizemos ou faremos deste ano de 2008, nos mostrará tristes e angustiantes realidades. Diante disso, muitos questionarão ou contuinuarão a duvidar de Deus, e outros ainda o tacharão de cruel, insensível, ruim. Essas realidades devem desafiar não nossa fé, mas nossas atitudes cristãs humanitárias e sociais e não apenas aquelas que são 'passivas' mesmo que sejam importantes. Nossas atitudes cristãs devem ser desafiadas, a fim de não "abandonarmos a razão e cedermos ao horror". A fé e razão devem andar sempre juntas. Assim, a perspectiva para 2009 não será colocada apenas sobre um suposto bom presidente da maior potência mundial, mas todos teremos perspectivas melhores baseadas nas atitudes individuais de cada um. Seremos pessoas ativas e pró-ativas e nao ativistas, a fim de que o mundo seja melhor, a vida seja melhor e o Bem vença. Pense: Qual a minha perspectiva para 2009? Onde entra minhas atitudes nessa história? Como posso fazer diferença? Uma retrospectiva, por mais que seja ruim, sempre exige ou implora por uma boa perspectiva.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Os dois irmãos
Bom, essa é uma história daquelas que você pode contar aos seus futuros netos, numa rodinha, ou perto de uma laleira em momentos de paz e de lembranças. Ela é uma história em que existe uma moral, um lição, personagens e como sempre e de costume, um que faz o certo e outro que faz o errado. Para explicar melhor e com poucas palavras é um causo que um cara se dá bem e o outro se ferra, basicamente. Alguns podem achar engraçado, principalmente quando souberem todos os detalhes, e outros podem achar ridículo ou maluco. Fazer o que? Esse é meu objetivo mesmo, não tenho intenção de escrever textos que gerem comodidade, ou que não causem o mínimo de estranheza em nossas mentes robotizadas e normalizadas com o que chamamos de trivial e eventual. Mas então, mais uma vez, senta que lá vem história!
"A história se passa numa segunda-feira chuvosa e muito atípica. Onde dois irmãos se encontram, depois de manhã e tarde de estudos, para um evento que vão todas as segundas, e tradicional futebol da semana. Como é dia de chuva, o irmão mais velho já desanima, pois não vê em todo o seu caminho de volta de onde estava, a possibilidade de aquela chuva parar a tempo de ele e seus amigos se divertirem jogando o mais famoso esporte brasileiro, o futebol. É por isso que vai para casa desacreditado e cético, quanto à possibilidade de uma diversão saudável e eficaz para sua forma e estado físico e também mental.
Ao contrário de seu irmão cético, o irmão mais novo tem atitudes muito diferentes. Quando seu irmão chega em casa, ele já está arrumado para o futebol, pronto para jogar e ir até a quadra para dar um show de bola nos demais. Mas as condições ainda não são favoráveis para ele, pois ainda está chovendo e sem indícios de parar. Os dois irmãos discutem sobre a possibilidade de não haver o futebol, de seus amigos não irem, e de ainda estar chovendo, e, visto que a quadra é aberta, esta estar toda molhada. Depois de muito falar, discutir e teorizar, os dois decidem ir até o local para ver no que dará. O mais velho o tempo todo relutante à possibilidade de ele dar uns dribles e uns passes errados naquele dia.
Pois então chegam ao local. Ainda chovendo. O irmão mais velho dá uma de "aha! eu não disse" e ameaça ir embora, pois não haverá futebol se continuar chovendo. Porém o mais novo em todo tempo permanece fiel à possibilidade de haver a partida de futebol, pois acredita que a chuva vai parar e ainda que a quadra irá ter o devido tempo e condições de secar. Não sei se comentei antes, ou se vou ser repetitivo, mas o irmão mais velho ainda está cético e não acredita em possibilidade nenhuma de haver um futebol.
É então que tudo começa a acontecer rapidamente. A chuva vai parando. Os meninos começam a secar a quadra. Os irmãos discutem. O mais novo diz que vai dar pra jogar e secar a quadra, e o mais velho desacretidado, nem liga, quer ir embora. É aí que a história tem o auge, e que a atenção especial aos fatos é requerida.
- Você já ouviu a parábola dos dois lavradores? - diz o irmão mais novo quando o mais velho fala que está indo embora.
- Não quero saber, eu sei essa parábola, vamos embora.
- Você sabe a história?
- Sei! Não vai dar pra secar toda essa quadra antes que comece a chover de novo! Choveu o dia inteiro, não vai dar pra jogar bola, vamo embora e parar de perder tempo aqui! Os rodos não vão funcionar e nem temos muita gente hoje mesmo, tô indo embora...
- Pois vou contar de novo, é assim: Dois lavradores estão cuidando de uma plantação. Eles estão num período de muita seca, e precisam da umidade trazida pela chuva para conseguir plantar. Um deles se prepara para a chuva, ainda que não se tenha nenhuma atividade de nuvens no céu. O outro não acredita que irá chover e nem prepara a plantação. O resultado é que chove dali uns dias e o lavrador que se preparou colheu bons frutos e conseguiu passar bem a estação da seca, e o outro ficou sem nada.
- Tá e que isso tem a ver com agora? - o irmão mais velho já estava impaciente, cansado e desacreditado. Não preciso nem dizer a palavra cético, preciso?
- Estou me preparando para jogar futebol, e é isso que vou fazer a quadra vai secar. Assim como Deus abençoou o lavrador que se preparou pra chuva, vai abençoar a gente parando a chuva pra gente jogar bola.
O irmão mais velho calou-se no momento, mas ainda permaneceu no seu ceticismo, pois a quadra não tinha secado completamente. Deu que dali uns minutos estavam eles todos, os irmãos, amigos, e novos amigos, agradecendo a Deus por ter parado a chuva e possibilitado a partida de futebol, e principalmente a secagem da quadra. Talvez foi o tapa na cara mais doído no ceticismo do irmão mais velho, que se julgava inteligente e até mais sábio que o mais novo. Foi a prova que não era nada, e não estava preparado para muitas coisas e que existiam ainda outras muitas coisas que ele precisaria aprender e compreender. Seu ceticismo o impedia de se preparar para as coisas, de acreditar, ter esperança."
E é isso que o ceticismo faz conosco mesmo. Nos deixa tão a par e a mercê da razão que não podemos nos dar ao luxo de ter alguma esperança no impossível ou no inimaginável. Tudo é uma questão de dados e fatos e coisas palpáveis. Mas, e se a vida não é assim? E se tudo for muito mais além de tudo isso? Será que o que vemos, sentimos, e temos como padrão de vida é isso mesmo? Nós realmente entendemos o sentido da nossa mera existência? Com o ceticismo não há espaço para estas questões, e sem essas questões as possibilidades de novos caminhos, sonhos a realizar e uma esperança futura são massacradas e dizimadas.
Ok, ok, sei que você deve estar na frente do seu computador talvez dizendo: "quanta bobagem para um texto só, poderia tê-lo dividido em dois"ou "É muita questão profunda sem reposta, essa história não é real, é só figurativa, não tem base real." e milhões de outros pensamentos que não tenho a compreensão, pois não leio mentes! Te peço que releve o que escrevi. E há um porquê. O irmão mais velho, aquele que levou a bofetada da fé de seu irmão, que teve seu ceticismo escancarado e jogado na lama, acreditou mais naquilo que ele mesmo sabia e podia ver, e não naquilo que não podia ver. Não confiou naquilo que estava além de seu conhecimento, e muito ainda além de sua capacidade de realização, mas finalmente aprendeu algo sobre fé. Aprendeu algo relevante, e que o fez parar para refletir e pensar sobre seu ceticismo e sua utilidade realmente nula. Ser céticos nos faz mal, e uma hora ou outra e nos impede de aproveitar algumas coisas que nos são oferecidas e são dádivas de alguém muito maior que nós mesmos. Talvez não entendamos tudo o que nos é passado diariamente, mas uma busca por isso já um grande passo e com certeza é bem sucedida. Realmente o irmão mais velho aprendeu uma boa lição aqui, e a moral da história cada um pode tirar por si só, sintam-se a vontade. Tudo isso aconteceu a algumas semanas, numa segunda feira chuvosa, e o irmão mais velho, meus caros amigos, era eu.
"A história se passa numa segunda-feira chuvosa e muito atípica. Onde dois irmãos se encontram, depois de manhã e tarde de estudos, para um evento que vão todas as segundas, e tradicional futebol da semana. Como é dia de chuva, o irmão mais velho já desanima, pois não vê em todo o seu caminho de volta de onde estava, a possibilidade de aquela chuva parar a tempo de ele e seus amigos se divertirem jogando o mais famoso esporte brasileiro, o futebol. É por isso que vai para casa desacreditado e cético, quanto à possibilidade de uma diversão saudável e eficaz para sua forma e estado físico e também mental.
Ao contrário de seu irmão cético, o irmão mais novo tem atitudes muito diferentes. Quando seu irmão chega em casa, ele já está arrumado para o futebol, pronto para jogar e ir até a quadra para dar um show de bola nos demais. Mas as condições ainda não são favoráveis para ele, pois ainda está chovendo e sem indícios de parar. Os dois irmãos discutem sobre a possibilidade de não haver o futebol, de seus amigos não irem, e de ainda estar chovendo, e, visto que a quadra é aberta, esta estar toda molhada. Depois de muito falar, discutir e teorizar, os dois decidem ir até o local para ver no que dará. O mais velho o tempo todo relutante à possibilidade de ele dar uns dribles e uns passes errados naquele dia.
Pois então chegam ao local. Ainda chovendo. O irmão mais velho dá uma de "aha! eu não disse" e ameaça ir embora, pois não haverá futebol se continuar chovendo. Porém o mais novo em todo tempo permanece fiel à possibilidade de haver a partida de futebol, pois acredita que a chuva vai parar e ainda que a quadra irá ter o devido tempo e condições de secar. Não sei se comentei antes, ou se vou ser repetitivo, mas o irmão mais velho ainda está cético e não acredita em possibilidade nenhuma de haver um futebol.
É então que tudo começa a acontecer rapidamente. A chuva vai parando. Os meninos começam a secar a quadra. Os irmãos discutem. O mais novo diz que vai dar pra jogar e secar a quadra, e o mais velho desacretidado, nem liga, quer ir embora. É aí que a história tem o auge, e que a atenção especial aos fatos é requerida.
- Você já ouviu a parábola dos dois lavradores? - diz o irmão mais novo quando o mais velho fala que está indo embora.
- Não quero saber, eu sei essa parábola, vamos embora.
- Você sabe a história?
- Sei! Não vai dar pra secar toda essa quadra antes que comece a chover de novo! Choveu o dia inteiro, não vai dar pra jogar bola, vamo embora e parar de perder tempo aqui! Os rodos não vão funcionar e nem temos muita gente hoje mesmo, tô indo embora...
- Pois vou contar de novo, é assim: Dois lavradores estão cuidando de uma plantação. Eles estão num período de muita seca, e precisam da umidade trazida pela chuva para conseguir plantar. Um deles se prepara para a chuva, ainda que não se tenha nenhuma atividade de nuvens no céu. O outro não acredita que irá chover e nem prepara a plantação. O resultado é que chove dali uns dias e o lavrador que se preparou colheu bons frutos e conseguiu passar bem a estação da seca, e o outro ficou sem nada.
- Tá e que isso tem a ver com agora? - o irmão mais velho já estava impaciente, cansado e desacreditado. Não preciso nem dizer a palavra cético, preciso?
- Estou me preparando para jogar futebol, e é isso que vou fazer a quadra vai secar. Assim como Deus abençoou o lavrador que se preparou pra chuva, vai abençoar a gente parando a chuva pra gente jogar bola.
O irmão mais velho calou-se no momento, mas ainda permaneceu no seu ceticismo, pois a quadra não tinha secado completamente. Deu que dali uns minutos estavam eles todos, os irmãos, amigos, e novos amigos, agradecendo a Deus por ter parado a chuva e possibilitado a partida de futebol, e principalmente a secagem da quadra. Talvez foi o tapa na cara mais doído no ceticismo do irmão mais velho, que se julgava inteligente e até mais sábio que o mais novo. Foi a prova que não era nada, e não estava preparado para muitas coisas e que existiam ainda outras muitas coisas que ele precisaria aprender e compreender. Seu ceticismo o impedia de se preparar para as coisas, de acreditar, ter esperança."
E é isso que o ceticismo faz conosco mesmo. Nos deixa tão a par e a mercê da razão que não podemos nos dar ao luxo de ter alguma esperança no impossível ou no inimaginável. Tudo é uma questão de dados e fatos e coisas palpáveis. Mas, e se a vida não é assim? E se tudo for muito mais além de tudo isso? Será que o que vemos, sentimos, e temos como padrão de vida é isso mesmo? Nós realmente entendemos o sentido da nossa mera existência? Com o ceticismo não há espaço para estas questões, e sem essas questões as possibilidades de novos caminhos, sonhos a realizar e uma esperança futura são massacradas e dizimadas.
Ok, ok, sei que você deve estar na frente do seu computador talvez dizendo: "quanta bobagem para um texto só, poderia tê-lo dividido em dois"ou "É muita questão profunda sem reposta, essa história não é real, é só figurativa, não tem base real." e milhões de outros pensamentos que não tenho a compreensão, pois não leio mentes! Te peço que releve o que escrevi. E há um porquê. O irmão mais velho, aquele que levou a bofetada da fé de seu irmão, que teve seu ceticismo escancarado e jogado na lama, acreditou mais naquilo que ele mesmo sabia e podia ver, e não naquilo que não podia ver. Não confiou naquilo que estava além de seu conhecimento, e muito ainda além de sua capacidade de realização, mas finalmente aprendeu algo sobre fé. Aprendeu algo relevante, e que o fez parar para refletir e pensar sobre seu ceticismo e sua utilidade realmente nula. Ser céticos nos faz mal, e uma hora ou outra e nos impede de aproveitar algumas coisas que nos são oferecidas e são dádivas de alguém muito maior que nós mesmos. Talvez não entendamos tudo o que nos é passado diariamente, mas uma busca por isso já um grande passo e com certeza é bem sucedida. Realmente o irmão mais velho aprendeu uma boa lição aqui, e a moral da história cada um pode tirar por si só, sintam-se a vontade. Tudo isso aconteceu a algumas semanas, numa segunda feira chuvosa, e o irmão mais velho, meus caros amigos, era eu.
sábado, 29 de novembro de 2008
"Cada um no seu quadrado"

Esse trecho desta música tem chamado muito minha atenção. Não apenas por ser o hit do momento, mas por vir à minha mente em diversas situações do meu cotidiano. Certo dia estava no shopping quando, de repente, vi uma cena real que tirou a frase tão falada da minha boca: "É, cada um no seu quadrado". Era uma cena comum, uma cena que vemos naturalmente no nosso dia dia, mas, que, ao pensar na realidade de "cada um no seu quadrado", tomou uma forma diferente do esperado. Era uma família almoçando na praça de alimentação! Isso mesmo! Não se espante! Foi essa visão que me fez pensar numa realidade cada vez mais presente ao nosso redor com o passar do tempo. Realidade, muitas vezes, camuflada, mas que tende a saquear os tesouros mais estimados que temos. Bom, chega de blá blá blá, pois acho que vocês querem saber o que esta família estava fazendo, né!?! Como disse, eles estavam almoçando em uma praça de alimentação. Porém, era um almoço, no mínimo, diferente, interessante, para mim, intrigante. Eles não comiam e conversavam naturalmente sobre peculiaridades de suas vidas uns com os outros como se espera de um momento como esse. O pai, um sujeito de aproximadamente 40 anos, comia e, ao mesmo tempo, falava ao celular sobre coisas de trabalho, falando alto e, às vezes, até exaltando-se com quem falava. A mãe, uma jovem senhora com seus 35 anos, dividia a refeição com breves pitadas de leitura de um dos últimos best sellers do momento - A Cabana. Um dos filhos, um menininho de 6 ou 7 anos, brincava com um boneco do homem-aranha. E o outro filho, acho que com uns 12 anos, ouvia músicas no seu itouch enquanto comia, e como comia! É verdade, ali cada um estava no seu quadrado, ou seja, cada um preocupado com o que lhe interessava da forma mais subjetiva possível. Nenhuma coisa das quais eles estavam fazendo interessava ao outro. É esta a realidade - o individualismo - que está roubando dia a dia, camufladamente, os tesouros mais preciosos que temos, ou seja, os bons e saudáveis relacionamentos. É claro que tomar este exemplo específico de 10 minutos de observação, e torná-lo geral é muita ingenuidade e ridículo. Seila, pode ser que aquela família se relacione muito bem. Mas "aquela cena", "aquela cena" é um exemplo do individualismo que nos cerca cada vez mais, individualismo que é uma das marcas dessa nossa era, já denominada por alguns como a "pós-modernidade". E, se formos pensar com toda sinceridade, realmente é assim. Passamos o nosso dia a dia em frente ao nosso computador ou debruçados nos livros, buscando o nosso bem e fazendo sempre o melhor, com excelência, como aprendemos com nossos pais e mestres. Mas isso é bom! Muito bom! Onde está o erro? O erro está no fato de que essas atitudes, se não forem acompanhadas de cultivos de relacionamentos saudáveis através de conversas triviais com amigos e famílias, saídas ocasionais com estes para uma conversa também trivial, o que vai acabar acontecendo é que faremos tudo por nós, para nós, com vistas ao nosso bem. E isso é ruim, pois é por causa disso que surgem disputas, guerras e até mesmo atentados terroristas. "Nossa, mas isso está muito longe de mim!" É, pode ser que sim. Mas isso é resultado de algo que pode estar bem próximo de nós - o individualismo. Por isso, se relacione mesmo com o pouco tempo que você em toda essa correria diária. Converse com teus amigos, com teus pais, com teus irmãos, com quem quer que seja! Estabelça relacionamentos! Isso pode evitar muita coisa ruim! Muita mesmo! E que essa minha idéia do hit "cada um no seu quadrado" esteja cada vez mais por fora!
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Falha de Comunicação

Em nossos muitos dias de vida, no calor do verão ou no frio do inverno, na agitação da boa vida e na angústia de uma vida apertada e cheia de problemas o que não nos falta é a possibilidade de comunicação. Temos os mais variados meios à nossa disposição e sempre os usamos, quer conscientemente ou inconscientemente. Seja o telefone, rádio, tv, telepatia, caixinha de fósforos, fumaça, código morse, língua do p, bilhetinhos jogados na sala de aula, msn, o velho icq, orkut, blogs, jornais e revistas, e tantos outros, nós nos comunicamos o tempo todo, e não podemos escapar disso. Até inventaram agora um troço chamado expressão corporal, que quer dizer que até mesmo quando não queremos nos comunicar, nosso corpo comunica coisas aos outros corpos que entendem perfeitamente o que queremos dizer com olhares, gestos, cruzada de pernas, coçadas na cabeça, catotas de nariz, sinais de truco, tiques e muitas outras coisas estranhas e bizarras que fazemos todos os dias sem perceber.
Mas esse não é o cerne da questão. Todo o primeiro parágrafo foi uma enrolação na comunicação. Foi, digamos, uma distração de pormenores e uma tentativa de encher produtos suínos misturados e colocados em tubos, ou melhor, a popular linguiça. Todo mundo é expert em botar a boca no trombone, falar pelos cotovelos, não fechar a matraca e muitas expressões que dizem simplesmente que falamos demais o que sabemos de menos. Poderia ter falado da história da comunicação e de tudo o mais, e ter feito desta postagem a mais chata, terrível e atormentadora de todas, tanto pela minha flacidez ao falar quanto pela minha estupidez em tentar falar o que não sei e não entendo. Pois bem, vou falar sobre o contrário da comunicação, ou melhor, sobre a falta dela, a falha na comunicação. Não será a postagem com maior conteúdo que terá, mas também não garanto que você irá adorar ou admirar, mas somente leia e não tente entender tudo, pois nem eu entendo. São só palavras ditas por alguém que quer acreditar em alguma coisa, e que crê em algo verdadeiro e relevante, louco e que dá toda a certeza de coisas que não se vêem. Pois bem, aqui vamos nós.
Nunca, mas nunca nessa vida conseguimos passar 100% o que queremos nos comunicar. Nunca somos perfeitos nesse negócio de comunicação. Os duplos sentidos nos matam, as interpretações distorcidas nos perseguem e os críticos querem nos queimar vivos o tempo todo. Tudo isso pela falha na comunicação, que é inevitável. E existem muitos exemplos disso, seja um texto mal escrito até uma falha na conexão de internet. As falhas nas comunicações nos matam, e nos perturbam, e nos deixam mal. Mas não deveriam, se soubéssemos lidar com elas, e contorná-las, sem stress. Talvez exageramos em entender alguém ao pé da letra e já discutir, ou em nos chatear quando alguém faz uma crítica sobre algo que não queríamos ter dito. Bom, somos falhos em quase tudo, a não ser em falhar, coisa da qual somos muito bons nesse mundo, talvez os melhores exemplares de "seres experts em errar". O que nos resta é tentar ver a melhor forma de usar os erros para aprender, melhorar, e procurar falhar menos, e todas as coisas que ensinam por aí sobre erros.
A falha na comunicação nos pega em todos os aspectos da vida, até na nossa vida interior, ou seja, no conhecimento de nós mesmos. E essa é a questão principal desse texto falho e ridículo, e talvez o maior motivo de nós sermos tão difusos e confusos no nosso dia-a-dia. O início de todas as falhas pode estar num certo problema de comunicação com alguém específico, que nós erramos constantemente e não atentamos em procurar consertar a comunicação e melhorar a conexão. A maior falha de comunicação de todos os tempos,(sem parecer filosófico ou místico demais) é a falha de comunicação com nós mesmos.
Mas como consertar e melhorar essa comunicação? Sendo que já somos errôneos nisso desde o princípio de nossas vidas? Bom a resposta está em outra pergunta: "Temos procurado saber quem somos? " Aí é que está a causa. A maior falha na comunicação mundial de nossas vidas se dá por não sabermos exato quem somos, pela simples questão de não nos relacionarmos conosco, e de nem nos importarmos conosco como deveríamos. Todos os nossos sonhos, desejos, questões, chateações e importâncias estão voltadas a outras coisas, materiais sem vida, ou então para um "eu" hipotético que não existe de verdade. O fato é que esquecemos quem somos, e isso quebra constantemente todas as outras comunicações externas a nós. Sem a devida comunicação interna, não podemos nos relacionar, compreender e viver num mundo exterior. E só UM alguém que pode fixar essa comunicação, pois conhece exatamente cada um de nós, no mais íntimo que somos. E aí que tudo começa, para o conserto na comunicação, a busca por quem nos fez, o Criador, que conhece profundamente cada um de nós, e sabe como consertar qualquer falha de conexão que existe em nós.
Mas esse não é o cerne da questão. Todo o primeiro parágrafo foi uma enrolação na comunicação. Foi, digamos, uma distração de pormenores e uma tentativa de encher produtos suínos misturados e colocados em tubos, ou melhor, a popular linguiça. Todo mundo é expert em botar a boca no trombone, falar pelos cotovelos, não fechar a matraca e muitas expressões que dizem simplesmente que falamos demais o que sabemos de menos. Poderia ter falado da história da comunicação e de tudo o mais, e ter feito desta postagem a mais chata, terrível e atormentadora de todas, tanto pela minha flacidez ao falar quanto pela minha estupidez em tentar falar o que não sei e não entendo. Pois bem, vou falar sobre o contrário da comunicação, ou melhor, sobre a falta dela, a falha na comunicação. Não será a postagem com maior conteúdo que terá, mas também não garanto que você irá adorar ou admirar, mas somente leia e não tente entender tudo, pois nem eu entendo. São só palavras ditas por alguém que quer acreditar em alguma coisa, e que crê em algo verdadeiro e relevante, louco e que dá toda a certeza de coisas que não se vêem. Pois bem, aqui vamos nós.
Nunca, mas nunca nessa vida conseguimos passar 100% o que queremos nos comunicar. Nunca somos perfeitos nesse negócio de comunicação. Os duplos sentidos nos matam, as interpretações distorcidas nos perseguem e os críticos querem nos queimar vivos o tempo todo. Tudo isso pela falha na comunicação, que é inevitável. E existem muitos exemplos disso, seja um texto mal escrito até uma falha na conexão de internet. As falhas nas comunicações nos matam, e nos perturbam, e nos deixam mal. Mas não deveriam, se soubéssemos lidar com elas, e contorná-las, sem stress. Talvez exageramos em entender alguém ao pé da letra e já discutir, ou em nos chatear quando alguém faz uma crítica sobre algo que não queríamos ter dito. Bom, somos falhos em quase tudo, a não ser em falhar, coisa da qual somos muito bons nesse mundo, talvez os melhores exemplares de "seres experts em errar". O que nos resta é tentar ver a melhor forma de usar os erros para aprender, melhorar, e procurar falhar menos, e todas as coisas que ensinam por aí sobre erros.
A falha na comunicação nos pega em todos os aspectos da vida, até na nossa vida interior, ou seja, no conhecimento de nós mesmos. E essa é a questão principal desse texto falho e ridículo, e talvez o maior motivo de nós sermos tão difusos e confusos no nosso dia-a-dia. O início de todas as falhas pode estar num certo problema de comunicação com alguém específico, que nós erramos constantemente e não atentamos em procurar consertar a comunicação e melhorar a conexão. A maior falha de comunicação de todos os tempos,(sem parecer filosófico ou místico demais) é a falha de comunicação com nós mesmos.
Mas como consertar e melhorar essa comunicação? Sendo que já somos errôneos nisso desde o princípio de nossas vidas? Bom a resposta está em outra pergunta: "Temos procurado saber quem somos? " Aí é que está a causa. A maior falha na comunicação mundial de nossas vidas se dá por não sabermos exato quem somos, pela simples questão de não nos relacionarmos conosco, e de nem nos importarmos conosco como deveríamos. Todos os nossos sonhos, desejos, questões, chateações e importâncias estão voltadas a outras coisas, materiais sem vida, ou então para um "eu" hipotético que não existe de verdade. O fato é que esquecemos quem somos, e isso quebra constantemente todas as outras comunicações externas a nós. Sem a devida comunicação interna, não podemos nos relacionar, compreender e viver num mundo exterior. E só UM alguém que pode fixar essa comunicação, pois conhece exatamente cada um de nós, no mais íntimo que somos. E aí que tudo começa, para o conserto na comunicação, a busca por quem nos fez, o Criador, que conhece profundamente cada um de nós, e sabe como consertar qualquer falha de conexão que existe em nós.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
O Coiso
Vídeo da compania de humor Barbixas, todos os sábados eles apresentam um espetáculo em cartaz "Em Breves", Sábados, às 23:58, Centro de São Paulo.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Recuperação
Não, não estou aqui para escrever sobre aquilo que a gente faz na escola, quando vai mal em alguma matéria, e precisamos fazer uma prova a mais para acertarmos as coisas na nossa vida escolar. O que tenho a dizer é mais profundo, mais igualitário, e uma coisa que todos passamos e vivenciamos, a recuperação. Talvez ela seja, física, emocional, em relacionamentos, em empresas e tantas outras coisas que a cada dia presenciamos e percebemos ou não. Não sei se isso trará efeito a todos, pois muitos são orgulhosos demais para encarar o fato de que precisamos ser reconstruídos diariamente, e a recuperação é a alma desse negócio. Afinal, todos temos medo de recuperação, pois em alguns momentos ela traz dor, e para recuperarmos algo perdido ou destruído, temos que focar e gastar nosso tempo, dinheiro, mente, físico, ou seja lá o que for para recuperarmos nossas coisas.
Começarei contando uma grande história de recuperação, li na revista época e algumas coisas como frases de pessoas que utilizarei aqui. É uma história de alguém que não era nada, não prometia nada, e conseguiu recuperar e ser uma grande pessoa, com grandes feitos e reconhecido mundialmente. O nadador, e hoje recordista mundial de medalhas de ouro em uma olimpíada (7 no total, onde em 6 obteve recordes olímpicos nesse ano, 2008), Michael Phelps, ídolo esportivo na atualidade, e exemplo de que podemos recuperar o que quisermos, se tivermos determinação e atitude. Ao nascer, o médico de Phelps disse à sua mãe que ele teria vários problemas com concentração por causa de seu transtorno de déficit de atenção e sua hiperatividade. Uma pessoa hiperativa não consegue parar e focar em alguma coisa, prejudicando a aprendizagem em todas as áreas. Sendo a natação um esporte de foco, concentração e acima de tudo, dedicação, Michael Phelps seria o último na lista para ser um recordista em natação.
As coisas mudam quando temos dedicação e focamos naquilo que queremos consertar, reconstruir e recuperar. Nas palavras de Phelps, "Talento só não basta, muito trabalho, muita dedicação, é uma combinação de tudo, tentar dormir e se recuperar, armar cada sessão de treino da melhor forma possível e acumular muito treino." Se queremos recuperar algo, devemos ter dedicação para tal acontecimento. Ainda que todos falem que não podemos, que não iremos conseguir ou que iremos tombar no caminho, tropeçar e sair derrotados, devemos persistir, perseverar e continuar, sempre focando e se dedicando na nossa vida.
Assumindo esse desafio, como Michael Phelps assumiu o dele, podemos realmente encarar as coisas de modo diferente. Não sei em qual área da sua vida você precisa de reconstrução, mas encarar os fatos e ficar cara a cara com o desafio é o primeiro passo. Dedicação e foco são tudo. E lembrar que com isso, nada é impossível. Talvez o que falte para nós nos nossos relacionamentos, sejam com pessoas, empresas, família, universidades e escolas, e até mesmo com Deus, principalmente, sejam o foco e a dedicação. Com isso, foco e dedicação, podemos ser muito mais que simples pessoas, podemos ir a um outro patamar, assim como um nadador de orelhas grandes, desengonçado, com problemas de atenção e uma mente cheia de dedicação é hoje para o mundo inteiro, um herói aquático.
demais, e não conseguimos recuperar aquilo que somos, ela está pronto para nos dar a vida eterna e a alegria infinita que nos dá uma nova visão de vida, e faz com que Talvez isso tenha muito a ver com nossa vida, e digo vida com Deus, pois sem Deus ela sequer pode ser chamada de vida. O problema é que temos falta de atenção nisso, somos hiperativosperdemos no nosso relacionamento com o Deus criador dos céus e da terra. Somos agitados demais, não focamos. Sempre queremos sair de lado, cutucar nossos colegas e arranjar infinitas coisas para fazer. Enfim, procuramos tudo, menos passar um tempo focando em Deus. E talvez esse seja o nosso maior problema, e a raíz de sermos tão ajitados correndo de um lado para o outro, mas sem saber realmente para onde ir. A resposta está em Deus! E precisamos focar nele para conseguir! Não importa o quão desatentos somos, podemos vivenciar tudo aquilo que a vida pode oferecer. Deus é o caminho para isso.
Há muitas coisas que precisam ser recuperadas em nós. Sinceramente, eu sou quebrado e preciso de uma recuperação. Às vezes tanto física, quanto emocional, espiritual ou seja lá qual for. E nas muitas vezes que preciso me recuperar, eu encontro o foco, a determinação, e a recuperação de fato em Deus. Somente nele encontro a verdadeira recuperação e alegria. Repouso sobre às asas dEle, e o convido a fazer o mesmo. Se aquietar e aproveitar a criação de Deus, e sua presença solene, alegre e impactante em nossa vida. Aceitar sua graça infinita e gritante, o seu amor obstinado e abundante por nós, é o caminho para a verdadeira recuperação. Todo e qualquer outro processo é secundário.
Todos nós precisamos de recuperação, é claro que em diferentes níveis. Michael Phelps precisou recuperar sua concentração, e tem uma batalha árdua contra isso em todas as competições. Com foco conseguiu superar tudo isso, e ser um recordista mundial, e um campeão em concentração. Um dos técnicos da equipe americana disse sobre ele o seguinte: "Sua capacidade de permanecer focado é impressionante". Focando podemos recuperar tudo. O foco, em Deus é esperar nEle, uma expressão muito utilizada na bíblia. Esperar em Deus, focar na sua vontade, e procurar se concentrar, para de fato se recuperar. Pois Ele tem a capacidade de nos dar a verdadeira recuperação.
Começarei contando uma grande história de recuperação, li na revista época e algumas coisas como frases de pessoas que utilizarei aqui. É uma história de alguém que não era nada, não prometia nada, e conseguiu recuperar e ser uma grande pessoa, com grandes feitos e reconhecido mundialmente. O nadador, e hoje recordista mundial de medalhas de ouro em uma olimpíada (7 no total, onde em 6 obteve recordes olímpicos nesse ano, 2008), Michael Phelps, ídolo esportivo na atualidade, e exemplo de que podemos recuperar o que quisermos, se tivermos determinação e atitude. Ao nascer, o médico de Phelps disse à sua mãe que ele teria vários problemas com concentração por causa de seu transtorno de déficit de atenção e sua hiperatividade. Uma pessoa hiperativa não consegue parar e focar em alguma coisa, prejudicando a aprendizagem em todas as áreas. Sendo a natação um esporte de foco, concentração e acima de tudo, dedicação, Michael Phelps seria o último na lista para ser um recordista em natação.
As coisas mudam quando temos dedicação e focamos naquilo que queremos consertar, reconstruir e recuperar. Nas palavras de Phelps, "Talento só não basta, muito trabalho, muita dedicação, é uma combinação de tudo, tentar dormir e se recuperar, armar cada sessão de treino da melhor forma possível e acumular muito treino." Se queremos recuperar algo, devemos ter dedicação para tal acontecimento. Ainda que todos falem que não podemos, que não iremos conseguir ou que iremos tombar no caminho, tropeçar e sair derrotados, devemos persistir, perseverar e continuar, sempre focando e se dedicando na nossa vida.
Assumindo esse desafio, como Michael Phelps assumiu o dele, podemos realmente encarar as coisas de modo diferente. Não sei em qual área da sua vida você precisa de reconstrução, mas encarar os fatos e ficar cara a cara com o desafio é o primeiro passo. Dedicação e foco são tudo. E lembrar que com isso, nada é impossível. Talvez o que falte para nós nos nossos relacionamentos, sejam com pessoas, empresas, família, universidades e escolas, e até mesmo com Deus, principalmente, sejam o foco e a dedicação. Com isso, foco e dedicação, podemos ser muito mais que simples pessoas, podemos ir a um outro patamar, assim como um nadador de orelhas grandes, desengonçado, com problemas de atenção e uma mente cheia de dedicação é hoje para o mundo inteiro, um herói aquático.
demais, e não conseguimos recuperar aquilo que somos, ela está pronto para nos dar a vida eterna e a alegria infinita que nos dá uma nova visão de vida, e faz com que Talvez isso tenha muito a ver com nossa vida, e digo vida com Deus, pois sem Deus ela sequer pode ser chamada de vida. O problema é que temos falta de atenção nisso, somos hiperativosperdemos no nosso relacionamento com o Deus criador dos céus e da terra. Somos agitados demais, não focamos. Sempre queremos sair de lado, cutucar nossos colegas e arranjar infinitas coisas para fazer. Enfim, procuramos tudo, menos passar um tempo focando em Deus. E talvez esse seja o nosso maior problema, e a raíz de sermos tão ajitados correndo de um lado para o outro, mas sem saber realmente para onde ir. A resposta está em Deus! E precisamos focar nele para conseguir! Não importa o quão desatentos somos, podemos vivenciar tudo aquilo que a vida pode oferecer. Deus é o caminho para isso.
Há muitas coisas que precisam ser recuperadas em nós. Sinceramente, eu sou quebrado e preciso de uma recuperação. Às vezes tanto física, quanto emocional, espiritual ou seja lá qual for. E nas muitas vezes que preciso me recuperar, eu encontro o foco, a determinação, e a recuperação de fato em Deus. Somente nele encontro a verdadeira recuperação e alegria. Repouso sobre às asas dEle, e o convido a fazer o mesmo. Se aquietar e aproveitar a criação de Deus, e sua presença solene, alegre e impactante em nossa vida. Aceitar sua graça infinita e gritante, o seu amor obstinado e abundante por nós, é o caminho para a verdadeira recuperação. Todo e qualquer outro processo é secundário.
Todos nós precisamos de recuperação, é claro que em diferentes níveis. Michael Phelps precisou recuperar sua concentração, e tem uma batalha árdua contra isso em todas as competições. Com foco conseguiu superar tudo isso, e ser um recordista mundial, e um campeão em concentração. Um dos técnicos da equipe americana disse sobre ele o seguinte: "Sua capacidade de permanecer focado é impressionante". Focando podemos recuperar tudo. O foco, em Deus é esperar nEle, uma expressão muito utilizada na bíblia. Esperar em Deus, focar na sua vontade, e procurar se concentrar, para de fato se recuperar. Pois Ele tem a capacidade de nos dar a verdadeira recuperação.
"Ele fortalece o cansado e dá vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam."Que nossa vida seja de fato uma concentração em Deus. Que recuperemos aquilo que perdemos, e no processo de reconstrução, possamos nos lembrar de quem pode nos auxiliar e nos dar o fôlego, a motivação, a energia e o foco necessário para viver uma vida digna, heróica, verdadeira e significativa no mundo em que nos encontramos. Que Deus possa nos recuperar, com seu imenso poder, e com sua infinita capacidade de amar e se entregar pela gente. Ele foca em nós, concentra em nós todo o seu amor, bondade, graça e misericórdia. E isso o tempo todo! A fonte de todo o foco é Ele. Com isso, nossa recuperação é só uma questão de tempo, paciência e descanso na sombra do grande Salvador.
(Isaías 41 : 30 e 31)
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